O Casamento

Geralmente tudo começa na fase de namoro, jovens que abrem o coração para alguém, jovens que se gostam, que trocam beijos… o casamento é um outro passo de uma relação, o desejo de viver com aquele que será o seu grande e valioso amor, aquele no qual se confia, com quem se pode usufruir de bons e mágicos momentos, a proliferação da amizade e da confiança. O casamento ou a união permanente de dois implica o regime de vivência pelo qual duas pessoas se confiam uma à outra no campo da assistência mútua. Porém, é imperioso que uma relação assim se baseie na responsabilidade recíproca, uma relação onde um ser humano se entrega a outro ser humano e, por isso mesmo, não deverá existir qualquer desconsideração entre os elementos do casal.

 

O casamento é assim um acto importante que não deve ser vivido apenas pelo romantismo da situação. É importante, quando tomada essa decisão, que se tenha preocupado em conhecer a fundo a outra pessoa. Não adianta deixar-se cair em ilusão porque o amor não admite ilusões. Existem questões que são de considerável relevo quando se pensa em seguir a opção de casamento:

O casamento vai-me levar a algo verdadeiro e bom?

  • Estou a tentar fugir de algo?
  • Estou a querer provar algo a alguém?
  • O casamento sempre foi um sonho para mim?
  • É de fundamental importância o que essa pessoa tem ou é?
  • Caso porque essa pessoa quer casar?
  • Caso porque o normal é casar?

 

Estes são alguns dos motivos que mostram claramente o que será um casamento de fácil desgaste, pois o principal de tudo que é o amor foi colocado em segundo plano. Por isso é importante que procure responder a si mesmo quais os motivos que despertam em si a vontade de casar com alguém. A pior fuga que existe é a fuga de si mesmo e, se procura a felicidade, não se entregue a algo que não acredita. Quando mais tarde as obrigações mútuas não forem respeitadas, a comunhão injuriada ou perfidamente interrompida acabará por gerar dolorosas repercussões na consciência, pois ninguém magoa alguém sem se magoar a si mesmo. Às vezes, depois dos votos de ternura e fidelidade, quando as promessas se encaminham para as realizações objectivas, os elementos da base familiar encontram obstáculos pela frente – um deles terá adoecido e falta no outro a tolerância necessária, surge a irritação e aparece o ressentimento, em outras ocasiões o trabalho duplica em casa e um deles foge à cooperação, surge o cansaço e aparece o desapreço, hoje queixas, amanhã desatenções e lágrimas, depois de amanhã rixas, para a semana amarguras e acusações recíprocas…

 

Se um dos responsáveis não se dispõe a compreender a validade do sacrifício eis a união enferma ameaçada à ruptura.

Mas nem tudo é assim construído na base da linearidade, e quando no seio de uma relação abunda a comunicação, a afeição, a capacidade de perdoar, a honestidade, a aceitação, a dependência, o senso de humor, o romance, a paciência e a liberdade, então é caso para dizer:

PODE BEIJAR A NOIVA!

 

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